Região Celeiro possui cinco orelhões; dois ativos e três em manutenção

Equipamentos deverão ser retirados das ruas este mês

A Anatel começa neste mês, após o fim das concessões de telefonia fixa, a retirada definitiva de telefones públicos. Segundo eles, 38 mil aparelhos ainda permanecem no território nacional, quatro deles localizados na Região Celeiro, sendo dois considerados ativos e outros dois em manutenção. O equipamento que marcou uma era deverá permanecer apenas em cidades sem outra opção de comunicação, pelo menos até 2028.
Dados disponibilizados pela agência mostram que mais de 33 mil orelhões estão ativos, enquanto cerca de 4 mil estão em manutenção. A extinção dos aparelhos não será imediata em todos os locais. Em janeiro, começa a remoção em massa de carcaças e aparelhos desativados. Os orelhões só devem ser mantidos em cidades onde não há rede de celular disponível. E só até 2028.
Na Região Celeiro, há registro desses equipamentos ainda em Tiradentes do Sul, na localidade de Porto Soberbo, em Campo Novo, Esquina Boa Vista – sendo estes os ativos; também há exemplares em Coronel Bicaco, na comunidade de Campo Santo, em Santo Augusto, em São Jacó, e em São Valério do Sul, no Toldo Indígena do Inhacorá – estes com status de estar em manutenção.
Quase indispensáveis no passado, os orelhões se tornaram praticamente obsoletos com a popularização dos celulares. Como contrapartida pela desativação, a Anatel determinou que as empresas devem redirecionar seus recursos para investimentos em redes de banda larga e telefonia móvel, tecnologias que hoje dominam a comunicação no país.

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