Duas vezes vencedora: a luta e a superação de Margarete contra o câncer

No Dia Mundial de Combate ao Câncer, a história de superação de Margarete Fátima Fucilini inspira e reforça importância do diagnóstico precoce

Ela enfrentou duas vezes o câncer, passou por cirurgias, quimioterapia e radioterapia, e hoje celebra a vida como uma vitória construída com fé, coragem e apoio da família.

Nesta quarta-feira, 04 de fevereiro, data marcada mundialmente pela conscientização e combate ao câncer, a história de Margarete Fátima Fucilini surge como um poderoso exemplo de força, resiliência e esperança. Sobrevivente de dois diagnósticos da doença, ela transformou a dor em aprendizado e hoje faz um apelo simples, porém essencial: realizar exames de forma constante pode salvar vidas.

Margarete tinha 43 anos quando recebeu o primeiro diagnóstico. O impacto foi imediato e devastador. “Ao receber o diagnóstico fiquei sem chão”, relembra. Mesmo abalada, decidiu manter a cabeça erguida e buscar orientação médica. Procurou um mastologista, perguntou qual caminho deveria seguir e iniciou, sem hesitar, o tratamento.

Na primeira batalha, passou por cirurgia, sessões de quimioterapia e radioterapia. Um processo difícil, marcado por desafios físicos e emocionais, mas que terminou com vitória. Anos depois, aos 56, veio um novo golpe: o câncer havia retornado.

Desta vez, apesar do susto, Margarete se sentia mais preparada. Porém, o cenário era ainda mais delicado. O câncer se apresentou de forma agressiva, exigindo um tratamento longo e intenso, novamente envolvendo cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

“Foi um longo tratamento”, conta. E, se houve forças para continuar, elas vieram principalmente da família. Margarete faz questão de destacar o papel fundamental dos filhos, da mãe, do irmão e da cunhada. “Eles foram fundamentais”, afirma, emocionada.

Hoje, ao olhar para trás, Margarete compara sua trajetória a um filme. Um filme difícil, com cenas de luta e dor, mas com um desfecho vitorioso. “Quando penso no passado, passa um filme, com final feliz, graças a Deus”, resume.

No Dia Mundial de Combate ao Câncer, sua mensagem é direta e cheia de amor à vida: “A vida é boa, vale a pena. Mas fazer exames constantes é fundamental para a nossa vitória”.

A história de Margarete Fátima Fucilini reforça que informação, prevenção, diagnóstico precoce e apoio familiar são armas poderosas contra o câncer. Mais do que uma sobrevivente, ela é símbolo de esperança para quem enfrenta a doença e para todos que precisam lembrar, diariamente, que a vida merece ser cuidada.

Leave a comment
error: O conteúdo protegido !!! Este conteúdo e de exclusividade do Jornal O Celeiro.