O cenário político do Rio Grande do Sul para as eleições estaduais passou por mudanças recentes e já não é o mesmo do início do ano. Com a saída de três pré-candidatos e a consolidação de novos arranjos partidários, a corrida ao Palácio Piratini entra em uma fase decisiva.
Cinco nomes seguem colocados como pré-candidatos ao governo do Estado.
O vice-governador Gabriel Souza (MDB) permanece na disputa com discurso de continuidade administrativa, apoiado por partidos como PSD, União Brasil, PRD e Solidariedade. O deputado estadual Ernani Polo foi escolhido como vice.
A pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ganhou força após movimentações nacionais que aproximaram o PT de seu projeto. A possível aliança envolve também partidos como PCdoB, PV, PSol, Rede e PSB, embora ainda haja indefinições sobre a composição final e o nome para vice. Entre os cotados está Edegar Pretto.
Já o deputado federal Luciano Zucco (PL) aparece com uma das chapas mais amplas até o momento. Ele conta com o apoio de PP, Republicanos, Novo e Podemos. A deputada estadual Silvana Covatti foi definida como vice.
Pelo PSDB, o prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, deixou o cargo para entrar na disputa estadual. Sua companheira de chapa é Betty Cirne Lima, que recentemente trocou de partido para integrar o projeto tucano.
Completando a lista, o PSTU lançou a professora Rejane Oliveira como pré-candidata, com a proposta de candidatura independente.
Saídas e rearranjos políticos
Entre os nomes que deixaram a disputa, está Edegar Pretto, que retirou sua pré-candidatura após decisão da direção nacional do PT, redirecionando o apoio do partido.
Outro movimento importante envolveu o PP. Inicialmente com dois nomes, Ernani Polo e Covatti Filho, o partido acabou abrindo mão da cabeça de chapa após acordo com o PL, passando a integrar a coligação liderada por Luciano Zucco.
Após esse processo, Ernani Polo deixou o PP, filiou-se ao PSD e foi confirmado como vice na chapa de Gabriel Souza.
